segunda-feira, 3 de setembro de 2018

CAPÍTULO 11 - GIRLS TALK


MÚSICA QUE INSPIROU O CAPÍTULO:



No instante em que Débora a tocou, Marina se esqueceu de tudo, até mesmo de si mesma. Nenhuma novidade no fato de, com tanta facilidade, ver-se inteiramente enfeitiçada por ela. Não tentou - nem cogitou a possibilidade -, era impossível, sequer queria resistir.
No entanto, não podia se deixar dominar daquele jeito. Precisava de mais, muito mais, saciar a vontade e a saudade de mais de um mês. Essa foi a desculpa que encontrou e deu para si mesma quando agiu. Girando o corpo, trocou de posição e se encaixou em cima de Débora. Sem parar de beijá-la, percorreu o corpo dela com as mãos incansavelmente, uma excitação delirante tomando conta das duas à medida em que os suspiros, gemidos e a fricção de uma na outra iam se intensificando. 
Contrário ao que sempre fazia, Débora deixou que Marina guiasse e dominasse. Entregou-se por completo, envolvendo-a em seus braços, erguendo um pouco a perna para ajudar e aumentar o contato, apertando-a com força, como se quisesse fundi-las em uma, enquanto Marina dançava, se esfregava, se comprimia incansavelmente nela.
De uma maneira igualmente inédita, Marina se deliciou com cada detalhe, o calor do corpo, a textura da pele, o cheiro de Débora... Prestou bastante atenção, em tudo, especialmente os sons que ela emitiu, desde o primeiro gemido - bem baixinho quando sua língua rodeou o mamilo -, que aumentou, ganhando volume e intensidade quando colocou o seio inteiro na boca e começou a chupá-lo com uma avidez quase febril. 
Deslizou os dedos no sexo de Débora, adorando a umidade ardente, intumescida e absolutamente receptiva. Provocou, sem avançar, obrigando-a a pedir:
- Me come, Marina... Ai... Enfia esses dedos em mim...
Só então a penetrou. Acompanhou o ritmo do vai e vem dos dedos com o próprio sexo na perna dela num crescendo, entre milhares de suspiros, gemidos e beijos. As bocas se fundindo de um jeito absolutamente apaixonado, quase desesperado, o mesmo com que Débora puxou-a ainda mais para si, agarrando-se nela com vontade, arqueando o corpo para que Marina pudesse ter mais acesso, oferecendo-se por inteiro. 
Marina sentiu, sabia perfeitamente que ela estava quase, então desceu os lábios pelo pescoço e voltou a chupar os seios de Débora com voracidade. Acelerou e aprofundou as carícias, cada vez mais dentro dela. Ergueu a cabeça ao senti-la pulsando, vibrando e estremecendo. Queria ver, decorar cada detalhe, os lábios entreabertos, os olhos cerrados, o rubor, a expressão do rosto de Débora. Não aguentou, explodiu junto, numa intensidade inacreditável, atingiu um clímax incontrolável, o melhor de toda a sua vida, regido pelo prazer de olhar para a mulher que amava gozando para ela.
As bocas se procuraram, se encontraram, se tomaram uma vez mais, num beijo absolutamente abrasador, veemente e apaixonado. 
Claro que para Débora nada daquilo foi surpresa, esperava, tinha plena consciência do poder que Marina tinha sobre ela. O amor era sua fraqueza mais perigosa e, ao mesmo tempo, a força mais intensa e profunda a qual já se submetera. Entregar-se àquele sentimento consistia no mais próximo de algo maior que já conhecera, era como fazer parte, ser abraçada pela infinitude do universo. Algo maravilhoso mas que a enchia de pavor. O prazer e a dor de ter o próprio eu rasgado e ser lançada no espaço ou no ponto mais profundo do oceano sem nada que a pudesse proteger. 
Ergueu o corpo, apoiou-se nos cotovelos e olhou para Marina. Ela estava sorrindo, de olhos fechados debaixo dela e, apesar do machucado, nunca tinha lhe parecido tão bela. Naquele instante percebeu que nada mais importava, nem a própria insegurança, muito menos o próprio medo. Precisava viver com ela o que tinham para viver juntas, independente do quanto durasse e do quanto não fosse perfeito. Queria vê-la, senti-la, fazê-la feliz, todos os dias.
Por isso não podia permitir que terminasse assim. Tinha que mostrar, provar, desta vez de maneira ativa. Com um sorriso de pura satisfação com a conclusão, beijou-a. Depois, desceu a boca, passeou pelo corpo dela causando gemidos, tremores e arrepios. Abriu e percorreu as coxas, subiu até o sexo, passou a língua devagar, querendo saborear cada pedacinho. Sussurrou:
- Tô louca de vontade de você.
Mordeu o lábio inferior sensualmente antes de mergulhar entre as pernas dela. Chupou-a com uma voracidade enlouquecedora, a pele derretendo numa ânsia febril, desenfreada e urgente. A mesma com que Marina se rendeu à pulsação que se expandiu e a arrebatou completamente, fazendo-a vibrar de forma deliciosamente incontida, gemendo alto, numa entrega total, até gozar de novo, dessa vez na boca, na língua e nos dedos de Débora. 
Seguindo única e exclusivamente o que estava desejando e sentindo, Marina a puxou para si e a abraçou. Só depois, com Débora deitada, largada em cima dela, o rosto enfiado em seus cabelos, parou para pensar e se arrependeu. Por mais que fosse contrário ao que realmente queria, a última coisa que precisava era permitir que Débora voltasse a envolve-la no turbilhão explosivo de amor e ódio, culpa e castigo, ciúme enlouquecido, brigas e reconciliações fantásticas que duravam apenas o breve tempo antes do próximo ciclo irracional e doentio sobre o qual a relação das duas havia sido construída. Foi assim que leu o que tinha acontecido. O mesmo, em nada diferente do de sempre. Teve certeza que sua interpretação estava certa quando Débora, com o corpo e a voz trêmulos de emoção, soprou:
- Eu te amo...
Marina parou de respirar por um momento. Não estava mais no escuro, movida pela tóxica mistura de bebida, saudade, carência e adrenalina da véspera. Nem no irresistível emaranhado de amor e paixão produzido pela deliciosa sensação de acordar ao lado dela. Inteiramente sóbria, de olhos abertos e despida na luz da manhã, não podia aceitar aquilo. Apesar de amá-la... 
Parou na última frase, tão controversa, tão contrária ao que o amor deveria ser. Pois jamais poderia amá-la de verdade se não amasse a si mesma primeiro. E durante os meses de namoro tinha ficado claro que na relação das duas não existia espaço para amor próprio. Não para ela, Marina, pelo menos.
Já não confiava, tampouco acreditava que pudesse ser de outro jeito. Estava cansada, exausta de tentar de novo e de novo, ser compreensiva e fazer concessões sozinha. Pior, ser tratada como um brinquedinho que é chutado, deixado de lado, desmontado, remontado e usado de acordo com o humor e a vontade volúveis de quem o utiliza. Mero capricho de uma garota infantil e mimada, cujas ações eram totalmente inversas ao que acabara de ser dito.
Sim, amava Débora. Mas não estava disposta a abrir mão de si mesma nem de viver no inferno com ela ou por ela.
Interpretando erroneamente a mudez de Marina, Débora repetiu:
- Eu te amo.
Durante um instante que pareceu durar uma vida, as duas se olharam. Marina sem devolver nem a declaração nem o sorriso, fazendo com que ambos se tornassem o que eram: completamente sem sentido. Pensou, mas não falou: “Amor não é isso”.
Tentando segurar o choro, Débora se afastou, se deitou ao lado dela na cama, de costas no colchão e com os olhos fixos no teto. Marina aproveitou para se levantar, pegar as próprias roupas no chão e vesti-las, mergulhada no silêncio mais profundo e sombrio. 
Já sentada na cama, Débora virou-se para ela em tom de súplica:
- Diz alguma coisa, por favor.
Marina não se permitiu acolher nem demonstrar o que realmente estava sentindo. Virou-se para Débora com a certeza de que se fraquejasse, seria novamente ferida:
- O que você quer que eu diga? 
As lágrimas escorrendo pelo rosto dela causaram uma dor aguda e fina, que pareceu rasgar Marina por dentro:
- Acabamos de fazer amor, eu quero saber o que você está sentindo.
Não soube de onde tirou forças para cortá-la:
- Nós trepamos. Isso não significa nada, não muda nada. 
Antes que Débora pudesse contestá-la, Marina a olhou nos olhos e afirmou:
- Não pra mim.
Soube que tinha se exposto mais do que desejava e pretendia quando Débora sustentou seu olhar e pediu:
- Me perdoa.
Respirou fundo antes de continuar:
- Eu sei que fui e tenho sido...
Marina não deixou que completasse:
- O maior erro de toda a minha vida.
Foi propositalmente agressiva, precisava afastá-la e transformar a dor que vê-la chorando lhe causava em raiva - por ser tão estupidamente não imune à ela como deveria e precisava - parecia a forma mais fácil naquele momento. No entanto, falhou por completo no intento, só serviu para que os soluços de Débora aumentassem:
- Eu sei que você está com raiva... Tem toda razão pra estar... Mas eu... Mas eu... Eu realmente te amo, Marina....
Com as mãos estendidas para a frente, ela se aproximou, segurou Marina carinhosamente nos braços, ergueu a mão direita e passou no rosto dela, numa carícia tão desesperada quanto as palavras que, com a dificuldade que o choro imprimia, emitiu:
- Por favor... Acredita em mim, por favor... Eu prometo... Eu juro... Vai ser diferente... Me dá uma nova chance... Eu juro que... Você... Você não vai se arrepender... 
Colou os lábios nos de Marina de uma maneira completamente arrebatada, como se sua vida dependesse disso. E dependia. Pois todo seu ser, cada célula do seu corpo vibrava a consciência de que a amava, sem ela jamais  seria feliz.
- Marina... Marina...
Repetiu o nome inúmeras vezes, tantas quanto a beijou, sem ser correspondida. 
De olhos fechados e com o corpo inteiramente rígido, Marina fez um esforço incrível para ser capaz de se manter aparentemente impassível. 
Conseguiu, pois Débora não percebeu o turbilhão de emoções confusas e díspares dentro dela. A rigidez distante e fria apresentada, foi só o que viu. Soltou Marina e afastou-se, recuando de costas, com as duas mãos unidas junto ao peito, como se tivesse sido fisicamente atingida. Só então se deu conta de que estava nua, absolutamente despida.
Marina a acompanhou com o olhar - enquanto Débora se virava, caminhava até o armário, o abria, pegava uma camiseta e a vestia - , lutando contra si mesma, dividida entre a vontade de abraçá-la e beijá-la e a necessidade de manter-se distante e firme. Venceu a segunda, não podia nem iria perder a firmeza nem a certeza de que era um erro ceder. 
Falou para Débora e para si mesma, colocando um ponto final, de onde não houvesse mais volta:
- Eu nunca fiz nada, nunca dei nenhum motivo pra você fazer o que fez nem pra me tratar como me tratou. Ou melhor, eu fiz sim. Eu deixei, eu permiti. Porque eu tinha medo, eu não queria te perder. Só que depois que você terminou comigo, todas as fichas caíram, eu finalmente compreendi que você não me respeita, sequer se preocupa comigo, não se importa, não quer saber o que eu penso, o que eu quero, o que eu sinto. Você só pensa em você mesma. Se isso é amor, então eu estava certa em não me envolver com ninguém, porque antes de te conhecer eu era feliz. Muito mais feliz sozinha.
Desta vez, não tentou conter nem esconder as lágrimas, deixou que escorressem livremente. 
Débora enxergou, percebeu e sofreu com a dor de Marina, um arrependimento profundo a atingiu, com a mesma força da percepção de que ela tinha razão, não estava mentindo ao afirmar que Débora tinha ultrapassado todos os limites, feito e dito coisas inadmissíveis. Mas mesmo assim, desejava e esperava que o amor que as unia - pois em nenhum momento Marina tinha negado o sentimento, fazendo com que Débora soubesse que ela também, ainda o sentia - pudesse lhe proporcionar uma nova oportunidade, a chance de consertar tudo e fazer as coisas direito. 
Aproximou-se devagar, enquanto dizia:
- Eu sinto muito, eu sinto tanto... Eu te amo, eu realmente te amo. A última coisa que eu quero é te fazer sofrer. Eu te amo muito, muito mesmo. Me perdoa, meu amor. Me perdoa, por favor.
Não a tocou, respeitou o espaço de Marina, num primeiro movimento de mudança real, naquele momento a única que lhe pareceu possível. Completamente insuficiente para Marina, que estava desiludida, saturada e magoada demais para reconhecer uma intenção tão sutil. Sequer a viu:
- Isso é o que você sempre diz, cada vez que terminamos. Vai ser como todas as outras vezes, você vai jurar, vai me prometer o mundo e assim que gente voltar, vai fazer tudo novamente. 
Débora replicou com a convicção que a verdade em seu coração lhe conferia:
- Não, eu não vou. Dessa vez vai ser diferente.
Marina foi igualmente sincera:
- Eu não consigo acreditar. Eu não confio mais em você. 
Fez uma pausa antes de estabelecer a realidade com todas as letras:
- É o fim, essa foi a última vez. Eu posso até te perdoar, Débora, mas eu não vou voltar com você.


Se Amanda dissesse que ser paparicada pelos pais como sempre acontecia quando ia para a casa deles a incomodava, estaria mentindo.
O único problema foi o de sempre: Juliana a conhecia bem demais para que qualquer diferença de humor ou preocupação passasse despercebida. Assim que se deitaram no quarto que agora era só da irmã, ela perguntou:
- O que tá pegando?
Amanda tentou enrolar:
- Do que você tá falando?
Exatamente como já esperava, foi inútil:
- Foi bem estranha a forma que você falou da Flora. Você tá traindo ela?
A pergunta feita à queima roupa indignou Amanda a ponto de fazê-la se sentar na cama:
- De onde você tirou isso?
Juliana continuou deitada, com a superioridade de quem não tem culpa alguma no cartório:
- Te conheço, Amanda. 
Fingindo uma calma e uma tranquilidade que absolutamente não possuía, Amanda negou:
- Eu não fiz nada.
A frase deixou mais evidente o quanto se tratava de uma verdade condicional, que poderia mudar. Juliana fez questão de completar:
- Ainda!
Olhou com total seriedade para a irmã:
- Tá bem afim.
Amanda sustentou o olhar de Juliana em silêncio. Apesar de ter plena consciência de que não existia confissão maior do que a ausência de palavras, não queria nem iria negar, muito menos contar o que a perturbava, falar só serviria para tornar a atração que sentia por Mirella mais palpável, material e irresistível ainda. 
Foi muito mais para si mesma que afirmou:
- Eu não vou repetir o mesmo erro duas vezes, pode ficar tranquila.
Antes de se virar para o lado, fechar os olhos e passar boa parte da noite sem conseguir dormir.


Após aproveitar ao máximo cada minuto com a família, voltou para Florianópolis  no dia 31 de dezembro, para virar o ano com Flora e a mãe e a namorada da mãe dela em uma festa na casa - segundo Flora, mansão - de um casal de amigas de Mirella e Paola. Perante a impossibilidade de esquivar-se sem mais desconfianças e desentendimentos, não lhe restara nada além de consentir, com a esperança de que essa seria a solução, o passo que a livraria do fantasma que a assombrava. Bastava enfrenta-lo para que sumisse.
Chegou em casa carregada de presentes, expectativas e inquietações. No plural, pois além do dilema pessoal, estava preocupada com Débora e Marina.
Tinha falado pelo whatsapp com ambas e, exatamente por isso, sabia o que acontecera entre elas. Tinha se mantido sem opinar nem tomar partido, no conforto da zona neutra, porque por mais que achasse que as duas se amavam, não cabia à ela dizer, fazer algo ou ter certeza de que daria certo se tentassem de novo. 
O que Flora lhe dissera não saía de sua cabeça: “Você acha que amor é o bastante pra um relacionamento dar certo?”. Levando Amanda a refletir, pesar e rever todos os seus conceitos. E, inevitavelmente, pensar em Laura e Michelle. O que só servia para deixa-la ainda mais confusa, sem uma resposta única e absoluta. O amor, assim como as pessoas, era imprevisível.
Se pudesse escolher, sem dúvida se apaixonaria por Flora e a amaria até o fim de sua vida. No entanto, parecia que era exatamente na facilidade e perfeição que estava o que faltava. 
Conclusão final que fez Amanda deixar escapar um longo suspiro, antes de colocar de lado todo e qualquer pensamento que não fosse se arrumar para o Réveillon que, bem ou mal, prometia.


CONTINUA NA 4a feira...
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Postado em 15 de outubro de 2018 às 18h.

3 comentários:

  1. K K K...
    Well, apesar de acha Débora e Marina fofas juntas tenho q concordar com Marina, Débora não a respeitou enquanto ela se mostrava apaixonada, Marina se doou e Débora não acreditou e agora quer dar uma de Madalena arrependida... vai ter q comprovar q falou a verdade antes de desfrutar... #TeamMarina.
    Amanda, cara esta adora uma confusão ainda mais se tiver algum casal envolvido. O guria feita pra separar casais, ao menos nisso ela é perfeita.
    Tadinha da Flora, a fila andou e ela perdeu o lugar no bonde da Amanda.
    Mta curiosidade por este Réveillon onde creio q minhas personagens queridas e saudosas darão o ar da graça.
    Mto bom Di.

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    1. Agora é esperar pra ver o que vai acontecer nessa festa de ano novo na casa da Maria e da Cris, né?

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  2. Capítulo revelador de sentimentos, em que nos levastes num ritmo alucinante do frenesim da paixão ao choque com a dura realidade do "Amor não é isso", prevalecendo agora o Amor próprio que tanto tempo esteve esquecido...Adorei...Vamos ver o que Debora agora vai fazer com esta "bofetada" que a vida lhe deu e se vai conseguir reparar o estrago feito...
    Quanto à "situação" Amanda , só estou em pulgas para rever as "Marias", porque da Amanda não se espera grande coisa kkkk
    Beijos,
    sempre muito bom ler as tuas histórias ;)

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